Será que realmente um relacionamento à distância consegue sobreviver ou quem sabe, ele já nasce com prazo de validade marcado, finito? Não sei a resposta pois cada caso é um caso, não se pode generalizar.
Existem os que tem a distância como algo temporário, provisório, sendo assim, creio que é totalmente compreensível e aceitável. Há também aqueles que são perfeitos à distância e, quando se encontram, ou passam a conviver, percebem que um fala grego e o outro tailandês, pois o seu 'tradutor' era a distância.
Mas não tem como falar em amor à distância sem adicionar o amor na era virtual. Normalmente esse inicia à distância, e inacreditavelmente em tantos momentos se torna 'real' de uma forma inesperada. Existem pessoas que tem o dom de nos 'desnudar' como se conseguissem nos ver através de um tela e assim passam a fazer parte do nosso dia a dia de maneira especial. Quando essas afinidades existem, talvez seja o momento do face to face, afinal, é inegável a necessidade do toque, do cheiro e amenizar a 'tal' da saudade...
Mas deixemos a distância de lado um pouco e falemos da eterna busca do Ser Humano ... O Amor! Não importa se com distância ou não, a maior chance de um relacionamento que exista amor, se tornar algo verdadeiro e sólido, é tendo como base o respeito. Independe de longitude e latitude, o amor é capaz de esperar e até mesmo de aproximar continentes , desde que tenha como bússola, o respeito e a lealdade!
Como não poderia ser diferente, cá estou na Sessão Anual de Retrospectiva, sabe como é, ficando mais velha, batem essas neuras, aliás, à partir de amanhã, 3.6 assumidíssimos!
Por falar em ficar mais velha, eu amo essa época, como é gostoso ser lembrada de forma especial por pessoas q amamos. Até por pessoas q NUNCA lembram a data certa do meu aniversário, 'né Fia'... essa 'criatura' me conhece a nem sei qtos anos mas insiste em me cumprimentar um dia antes ou no dia seguinte do meu aniversário e pior... já acostumei e até curto isso.
Exitem tbém aqueles familiares ou amigos que vem dar um abraço ou telefonam às 3h da madrugada dizendo q saudade não tem hora (e tem?!). Sem citar os dois pentelhos amadíssimos pulando em cima de mim pra me acordar e me lembrar sem dó nem piedade, que estou ficando mais velha!
Mas como é bom olhar e perceber que aumentou a lista de pessoas especiais na minha vida, que chegaram a pouco mas fazendo toda diferença 'né não' e 'tals' ... e se tornaram essenciais... de nem saber o qto!
Acredito que minha retrospectiva desse ano esteja mais leve, não por ter sido um ano fácil de lidar, pelo contrário, justamente pelas dificuldades que houveram, mas trazendo aprendizados que ficarão pra sempre! E como diz uma música de Piaf ' Non, rien de rien, je ne regrette rien... je repars à zéro! '. E mais uma vez alguma saudade que se foi, outra que ficou. Planos realizados e tantos outros inacabados. A fé renovada, insônias mantidas. Sensações novas, emoções únicas e... algum reencontro que trouxe cores e nuances onde estava apenas preto e branco.
Em primeiro lugar esse 'acabou' é muito relativo. Existem coisas que acabam para poder recomeçar e, têm aquelas que quando terminam pensamos : - Demorou! Infelizmente, no que se tange ao coração, a tecla 'delete' não funciona, tão pouco uma borracha para apagar tudo que sentiu ou passou. Um relacionamento é uma troca, mas o Ser Humano tende a se tornar dependente daquilo e esse talvez seja o maior problema (problema?!). Nos tornamos 'viciados' na companhia, na voz, no carinho, no aconchego gostoso e como toda 'droga' nos sentimos dependentes da sensação que nos causa. Mas nada é para sempre, tudo muda, se transforma e como não poderia ser diferente, os sentimentos seguem tal mudança, permanecendo em nós a essência real do que se viveu. A palavra 'Fim' assusta, a primeira sensação é de vazio, um abismo de emoções. Mas talvez, literalmente Maybe, exista algumas coisas para amenizar esse vácuo que entramos.
Eu diria que a primeira coisa a fazer é não fugir da dor, pq se o fizer, um dia ela vem e aí será pior. Escute todas músicas que lembram vocês, na primeira vez que ouvir irá doer, na segunda também mas depois tornará normal escutar aquelas músicas e já sem dor. Tente não guardar mágoas, se realmente quer desvencilhar de alguém esse é um ponto importante pois a mágoa é um elo poderoso, porém, destrutivo! Não queira atropelar o tempo, esse é um grande aliado. Deixe passar o que passa! (isso tive que aprender a duras penas) e lembre-se que a sua felicidade só tem um responsável ... você mesmo!
Well, esse é o tipo de post de quem não tem nada para escrever e resolve ser por um dia, uma Analista de meia pataca.
Aí você me pergunta: - Isso deu certo e vc conseguiu esquecer? Resposta óbvia e previsível: - Hum, podemos passar para o próximo assunto? (cara de paisagem...rs)
Na nossa vida diária, infelizmente não nos damos conta da real situação da saúde do nosso planeta. Os atuais padrões de produção e consumo de nossa sociedade têm causado uma tremenda devastação ambiental, os recursos naturais estão se exaurindo e uma imensa quantidade de espécies animais e vegetais estão se extinguindo. Ao mesmo tempo em que existe uma opulência por parte de nós, a grande maioria da população sobrevive em condições subumanas. Pior ainda, a diferença entre ricos e pobres está aumentando, assim como a injustiça, a ignorância e a violência. O crescimento sem precedentes da população humana e da produção econômica tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. A grande pergunta que se coloca é se essa tendência tem reversão. Em tese, é possível formarmos uma aliança local e global para controlarmos as causas e os efeitos nocivos dos padrões atuais. Serão necessárias, entretanto, mudanças fundamentais nos nossos valores, nos nossos modos de vida e em nossas instituições. A partir do surgimento de uma “nova” sociedade, estaremos criando oportunidades para construir um mundo mais democrático e humano onde possamos utilizar nosso conhecimento e tecnologia para suprirmos as necessidades básicas de todos, para que todos exerçam sua cidadania plena e para que possamos nos relacionar com a natureza de uma maneira saudável e não degradante. Temos de ter em mente que nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais só poderão ser superados se forem enfrentados conjuntamente visto estarem intimamente interligados. Faz-se necessário um senso de responsabilidade universal e atemporal, que nos identifique tanto com a comunidade local quanto com a comunidade planetária, com essa nossa geração e com as gerações passadas e vindouras, com a grande família humana e com toda a grande teia formada por todos os seres vivos. Para atuarmos de maneira correta e sensata devemos nos organizar a todos: a sociedade civil, o setor privado e o Estado. A “nova” sociedade de que falamos só pode existir como democracia participativa onde todos têm voz e todos têm a mesma importância. Com o advento da globalização ao longo desses últimos 40 anos, a comunicação mundial tornou-se muito rápida e eficaz e expôs as mazelas socioambientais resultadas de um processo de desenvolvimento extremamente economicista e desigual. Em contra-partida, um movimento da comunidade internacional vem ganhando força e começando a mostrar resultados. De um lado estão os ambientalistas e as grandes ONGs internacionais atuando na preservação e conservação da natureza. De outro, A Organização das Nações Unidas (ONU) e suas subsidiárias (UNESCO, UNICEF, PNUMA, FAO etc), que através de inúmeras conferências, acordos internacionais e programas têm buscado o engajamento de todos países na busca de um mundo mais solidário, mais justo e mais saudável. Esse amplo movimento socioambiental ganhou o nome de Desenvolvimento Sustentável por procurar integrar o desenvolvimento econômico com a equidade social e a conservação da natureza para com vistas a atingirmos uma qualidade de vida satisfatória e para que possamos deixar o mundo em perfeito estado para as futuras gerações. Nas próximas edições, procuraremos discorrer sobre outros temas concernentes a essa questão como desenvolvimento local, Agenda 21, Plano Diretor, Educação Ambiental e outros mais.
- Texto escrito por Fábio J. Ferraz, Socioeconomista e Gestor ambiental -
Se formos analizar a nossa vida, a cada momento vivido tiramos algo novo, uma sensação ímpar, uma visão de ângulos diferentes da mesma situação, um aprendizado por vezes inigualável em cada minuto. Mas é certo que somos movidos por impulsos, sentimentos, pensamentos e isso a cada passar de tempo, vamos nos conhecendo mais.
O Tempo algumas vezes parece algo que nos observa ao longe, tentando com seu silêncio nos ensinar. E em um silêncio 'gritante', talvez nos dizer que o agora não é mais agora, que cada instante é único! E fazermos perceber que não o temos nas mãos, mas sim ele nos tem a seus pés. Assim, quem sabe entendermos que há tempo para tudo... amar, sorrir, chorar, falar, ouvir, ensinar, aprender, chegar e certamente... Partir!
Na vida independe o tempo que temos, mas sim como o usamos.
O Título lhe pareceu estranho ? Pois a mim também, qdo comecei a escrever, mas num súbito 'momento sem noção'(momento bem comum na minha vida rs...), resolvi falar sobre esse assunto.
Quem nunca presenciou gafes fenomenais em funerais ? Mas convenhamos, até o absurdo tem limite, apesar de algumas pessoas não saberem disso. Sinceramente não sou apaixonada por funerais, isso mesmo "apaixonada", saiba que muitos são e, nem mesmo importa quem é o difunto, o importante é comparecer, seja para contar piadas cretinas ou apenas "filar" um cafezinho.
Algumas dicas que considero de "bom tom" :
- Por favor, não vá a um velório com roupas de cores extravagantes, mesmo que seja aquela peça maravilhosa que vc está louca para estreiar. Pense que naquele momento não é vc o protagonista da "reunião" e não queira aparecer mais do que ele.
- De preferência deixe seu celular desligado na hora que o Padre, Pastor ou quem for, estiver falando, mas se isso for muito difícil para vc, coloque no vibracall ao invés de deixar aquela campainha estridente ou com a música do Zeca Pagodinho (Deixa a vida me levar, vida leva eu ...).
- Se vc não é bem o que se pode chamar de "emocionalmente centrada ", faça um favor a si mesmo e aos presentes, AUSENTE-SE! Além do que, se mostrar mais desesperada do que a própria viúva ficará estranho e dará margens a especulações diversas.
- Um abraço, nesses casos, seria o ideal. E se vc não sabe bem o que dizer, CALE-SE! Não vá trocar "Pêsames" por "Meus Parabéns" ( Acreditem, já vi isso ! ).
- Se o clima estiver triste, por Deus, não tente "dar aquela animadinha", contando certas piadas infames em voz alta. Lembre-se, é um velório e não uma festa.
- Evite frases do tipo : "Antes ele, do que eu".
- NUNCA !!! Nunca comece a contar histórias de formas trágicas de "como morrer", afinal, vc não pensa em lançar um livro "Aprenda a morrer sem maiores danos" e se pensa, saia do velório e procure um terapeuta urgente, vc está precisando.
Na verdade, nesses momentos não há o que dizer, afinal a dor da perda é inimaginável, mas com uma palavra posso resumir todo esse post ... "RESPEITO" !
Essa palavrinha de significado imenso cabe onde for... Desde velório de sogra à festas em geral !
O que somos nesse imenso palco que é nossa vida? Protagonistas, coadjuvantes ou figurantes? Creio que um pouco de cada. Existe nosso momento-protagonista, Onde nos cabe maior responsabilidade, porém maior mérito. Em outros, somos coadjuvantes, mas certamente a cena que participarmos terá mais brilho por lá estarmos. Porém quantas vezes queremos ser apenas figurantes, Sem tamanha responsabilidade em atuarmos divinamente, Apenas a certeza de sermos únicos.
Aprendi, entre tropeços, que nossa melhor atuação é quando somos nós mesmos. Nos permitirmos tirar do texto algumas cenas indesejáveis Incluir frases agradáveis. Sem receio de errar, muito menos obrigação de acertar. Sorrir, chorar, simplesmente ser o que somos: